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Estamos em fevereiro, vamos vivenciar com muita alegria o segundo mës de 2007, deixemos que a esperança crie raizesem nossos corações. Vamos seguir em frente com fé e amor guiados pela mãos amorosas de Maria que nosencaminha rumo a graça e o amor de Deus pai.
Pe. Rubens Almeida
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CAMPANHA DA FRATERNIDADE: O CUIDADO COM A VIDA
Quando a Igreja escolheu a Amazônia como tema para a Campanha da Fraternidade deste ano poderíamos ter a impressão que esta temática pouco poderia nos interessar, já que a Amazônia parece se encontrar tão distante da nossa realidade. Porém, se tivermos um olhar mais profundo,vamos entender como este assunto tem a ver com a nossa existência! A Amazônia nos relembra o meio ambiente como essencial para o desenvolvimento da vida no nosso planeta terra tão castigado pelo ser humano ,que na sua ganância de ter mais vai destruindo as principais reservas ambientais que ajudam para que o globo terrestre não entre em colapso. O Cuidado da vida é fundamental em todos sentidos para que o futuro da humanidade seja respeitado.Quando poluímos o ar,quando nossos rios vivem carregados de sujeira que impedem o curso natural das águas,quando existe um desmatamento exagerado sem nenhuma preocupação em repor o que se destruiu,quando nossa educação ambiental faz com que sujemos as ruas principalmente com os descartáveis, estamos destruindo as fontes da vida que a natureza nos oferece e que nem sempre temos consciência do mal que fazemos para nós mesmos,pois fazer pouco caso da natureza é causar a morte prematura da humanidade.O efeito estufa que tem causado um aumento gradativo da temperatura na terra é um dos resultados maléfico que tem atingido fortemente o nosso planeta.
No coração da Amazônia constatam-se problemas sociais típicos de áreas metropolitanas e industriais como desemprego,degradação dos costumes,desagregação familiar e também muita violência.
Vida e missão neste chão,este é o desafio. A proposta da Campanha da Fraternidade é para promover o cuidado com a vida que se manifesta com tanta exuberância na Amazônia. A mesma preocupação com a fraternidade e a solidariedade também está por trás da defesa do ambiente,casa comum e patrimônio do qual todos tem o direito de aproveitar e viver.Assim, A Amazônia berço generoso de tanta vida,precisa também ser chão fraterno entre os povos e culturas.
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JESUS ESTá COM VOCê NA CALMARIA E TEMPESTADE
ELE é A PROVIDêNCIA, O PODER DO SENHOR ACALMA AQUILO QUE ESTá FORA DO CONTROLE.
Querida Família Livramento precisamos ter os olhos fixos em Jesus, pois compreendemos que mesmo em situações de tempestade a Sua graça nos anima e fortalece, não temos o que temer e nem desanimar. Tomemos posse da graça, que cada vez mais nos ensina que o Senhor cuida de nós.
O Evangelho de São Mateus 8,23-27 nos diz:
"Subiu ele a uma barca com seus discípulos. De repente, desencadeou-se sobre o mar uma tempestade tão grande, que as ondas cobriam a barca. Ele, no entanto, dormia. Os discípulos achegaram-se a ele e o acordaram, dizendo: Senhor, salva-nos, nós perecemos! E Jesus perguntou: Por que este medo, gente de pouca fé? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria. Admirados, diziam: Quem é este homem a quem até os ventos e o mar obedecem?"
Mesmo diante da tempestade, Jesus está numa serenidade, onde sobressai a calma que Ele demonstra. È essa calma que devemos ter e praticar,com essa Palavra o Filho de Deus quer nos ensinar a confiar n'Ele.
Eu Dora preciso e quero experimentar essa graça de TOMAR POSSE DA GRAÇAS DE DEUS, também em todas as minhas realidades estar abandonada na mão do Senhor. Que me acalma e me anima diante das tribulações, mais isso não é fácil para nós, que somos meros humanos, por isso, devemos nos alimentar da Presença de Deus na Eucaristia, através da adoração, das orações, e quando tudo isso ficar difícil temos a poderosa intercessão de nossa mãe que nos ensina a rezar e a ser seguidores do Seu Filho Jesus.
Se o Senhor dorme é porque é tempo de espera, é tempo de confiança. O discípulo tem que dizer: "COM JESUS NÃO IREI PERECER".
Somos constantemente colocados a prova, o mundo nos proporciona duras provas; mas não temos o que temer, pois se me volta cada vez mais para as coisas do Senhor, e tomar posse da graça de ser filho de Deus, nada nos abalará. Sofrimentos temos, provações também, no mundo havermos sempre de viver revoltas tempestuosas, porém o discípulo experimenta a paz que vem do Senhor. O verdadeiro discípulo não pode considerar que está perecendo, pois o seu Senhor está na barca. E o Senhor com a sua palavra revela que Ele cumpre as suas promessas. Como Jesus precisamos ser fiéis a nossa fé.
No ano de 2006 passe por muitas tempestades, o mar da minha vida estava um pouco agitado, mais em minha barca, sempre carreguei a minha fé, perseverança , que em nenhum momento me impediram de servir a Deus, pois tenho a convicção de que, em quanto trabalho em sua mercê, Deus trabalha em minha vida, em minha família e naquelas tempestades que sozinha nunca conseguiria atravessar.
Por isso, peço a minha querida comunidade, CREIAM, ACREDITEM: Jesus está com você na calmaria e tempestade,. Não se preocupem, se na sua vida se apresentar uma tempestade, esperem no Senhor, acreditem, coloque-o na direção de seu barco, e tempestade nenhuma lhe abalará, admirados constataram que o Seu Deus é Aquele Todo Poderoso que o mar e os ventos obedecem.
Peçamos a graça e a misericórdia de Deus para que aprendamos não apenas a ouvir e sim a acreditar definitivamente na Palavra do Senhor que nos ilumina e nos encoraja a seguir em frente.
A todos, muita Paz e muita Fé .
Dora (Pascom)
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COMO O DIZIMO PODE AJUDAR A IGREJA PARA QUE
ELA CUMPRA A SUA MISSãO DE SER “DOADORA DE VIDA”?
I Parte:
Jesus Cristo é aquele que o Pai enviou para evangelizar. Nós incorporados a Cristo pela Fé e pelo Batismo, participamos de sua missão. Ele sopra sobre nós o Espírito Santo e nos diz: “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio” (Jo 20,21).
Evangelizar é o serviço que Jesus confiou à sua Igreja. Ela existe principalmente para evangelizar. Todos os batizados são encarregados desta tarefa. Como dizia São Paulo, “ai de mim se eu não evangelizar” (1Cor 9,16).
É um grande desafio para a Igreja hoje despertar os seus filhos e filhas para esta tarefa primeira e intransferível.
Os problemas do nosso mundo atual, como: a exclusão social, a solidariedade e a partilha tão diminuídas, o desrespeito à vida, e tantas outras realidades de morte, não deixam dúvidas: ser fiel a Jesus Cristo, evangelizar será andar na contramão, com todas as dificuldades e riscos. O Senhor conta com cada um de nós, para que esta realidade de morte seja transformada por Jesus Cristo através da evangelização.
Evangelizar é portanto, levar a Vida Onde reina a morte. E o principal instrumento da evangelização são as pessoas que testemunham Jesus Cristo com a vida e a palavra. Mas são necessários também recursos financeiros para sustentar os serviços e estruturas de coordenação, a formação, a ação social, o culto, a catequese, as missões etc. Colaborar com recursos materiais já é uma forma de participar da missão evangelizadora da Igreja. (continuaremos no próximo mês)
Delfino e Jessiana - Pastoral do dízimo
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O COPO D‘ÁGUA
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d‘água e bebesse. - "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Ruim " disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz .
- Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos.
Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo.
Torne-se um lago...
Confúcio
Colaboração Delfino e Jessiana – Pastoral do Dízimo
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IGREJA SE PREOCUPA COM A AMAZÔNIA
A Amazônia è o tema da Campanha da Fraternidade em 2007 ,com o lema: “VIDA E MISSÃO NESTE CHÃO” Fazer com que a sociedade brasileira volte os olhos para a importância da presrevaçâo da Amazônia è odesafio que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil _CNBB Lança ao escolher este tema. A paróquia de Nossa Senhora do Livramento abraça a causa com muito carinho e a discussão vai perpassar todo o ano de 2007. Vamos conhecer alguns trechos do documento que a CNBB publica, justificando a escolha.
“Em 2002, a CNBB constituiu a Comissão Episcopal para a Amazônia com o objetivo de ajudar a Igreja no abarasil a voltar os olhos para a Amazônia e a tomar consciência dos grades desafios da evangelização naquela região. A escolhsa do tema “Fraternidade e Amazônia” è expressão da mesma preocupação pastoral do episcopado. A Campamha da fraternidade de 2007 poderá ser uma ocasião privilegiada para que também todo o Brasil tome consciência mais aprofundade sobre a complexa problemática da Amazônia e se volte para lá com políticas e iniciativas eficazes.
Ao falar em Amazônia, vem imediatamente à memória a preocupante questão ambiental: grandes rios e florestas imensas, devastação do verde e ameaça à riquíssima biodiversidade. Acompanhamos com apreensão a ocupação, muitas vezes predatória, das terras amazônica sem que seu complexo e delicado ecossistema seja respeitado. Oegoismo e a ganância na exploração das riquezas, o descuido e a imprudência ameaçam seriamente esse patrimônio natural, que não è somente dos brasileiros.Adevastaçâo da Amazônia configura-se em perda e ameaça papa e ameaça para toda a humanidade.
A Amazônia também faz pensar em questões sociais e antropológicas: indígenas agredidos em suas culturas; esvaziamento do território, já tão pouco povoado; crescimento caótico dos centros urbanos; ocupação de vastas áreas com projetos agropecuários; conflitos pela ocupação e posse das terras. O impacto da urbanização, da economia e da cultura globalizadas sobre as populações locais gera migrações, desenraizamento social, cultural e religioso. No coração da Amazônia, e não apenas na área de Manaus, apresentam-se os problemas sociais típicos de áreas metropolitanas e industriais do centro-sul do País: falta de infra-estrura e de serviços públicos nas novas áreas de povoamento e nas explosivas realidades urbanas, desemprego, violência e degradação dos costumes.
A Amazônia, além disso, representa para a Igreja um conjunto de desafios novos postos a sua ação Evangelizadora. As migrações levaram para a Amazônia centenas de milhares de pessoas de todas as partes do Brasil; sugiram novas áreas de povoamento, que necessitam de assistência religiosa às populações e de estruturas de vida eclesial. As dioceses e prelazias daquela região, no passado, eram geralmente socorridas por missionários estrangeiros, que as serviam com recursos humanos e materiais vindos de fora do País; hoje essas forças ficaram drasticamente reduzidas e as Igrejas da Amazônia ainda não estão em condições de enfrentar sozinha a sua imensa tarefa evangelizadora.
A CF de 2007 poderá ser um grande momento para trazer a Amazônia para dentro do coração da Igreja no Brasil e de todos os brasileiros; será ocasião também para suscitar iniciativas e ações eficazes de valorização e defesa daquela vasta e ameaçada região brasileira. “Antes que seja tarde demais.”
A partir destas constatações, que ações poderemos realizar em nossas comunidades, grupos ou movimentos, que possam mobilizar todos sobre as questões da Amazônia, mas também, sobre questões ambientais em nosso estado? Pois este tema suscita a grande preocupação não somente da Amazônia, mas também do mundo sobre os problemas ambientais que o homem vem causando em nome do desenvolvimento. E, enquanto cristãos comprometidos que somos precisamos gritar, defender este imenso santuário, deixado por Deus para cuidar-mos que é o ambiente.
SOBRE O CARTAZ DA CF
Na parte superior do Cartaz, a terra seca e rachada representa a realidade de algumas partes da Amazônia durante a estiagem e adverte que, sem o devido cuidado, toda a região pode ser destruída.
A abundante presença da água lembra que a Amazônia é uma importante reserva de água doce no planeta, além de transmitir uma sensação de transparência, força e vitalidade.
O elemento principal do Cartaz é a Vitória-Régia, conhecida pelos índios como “panela de espíritos”. Considerada um dos símbolos da Amazônia, essa planta é forte e tem raízes profundas que tocam o leito do rio; ao mesmo tempo, é sensível, assim como o povo nativo da região, que sobrevive com muita garra, mas precisa do apoio fraterno de toda a sociedade brasileira.
As três flores brancas e amarelas têm extrema relevância no Cartaz, uma vez que representam a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Essas flores lembram que a Amazônia é obra de Deus Criador e Providente entregue aos nossos cuidados.
A criança representa os índios e toda a comunidade da região, suas crenças, sonhos e esperanças. Seu olhar inocente e o sorriso sutil são uns convites à superação das dificuldades e à construção de um futuro melhor para a Amazônia.
Ao mostrar o contraste entre a terra seca e a exuberância da água, o Cartaz chama a atenção para a devastação da Amazônia e o descaso com a vida. Representa a esperança de encontrar uma solução para os conflitos da região com base na solidariedade e no respeito às diferenças.
Josenildo Henrique – Coordenador Paroquial da Catequese da Crisma
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QUE A PAZ DO SENHOR SEJA UMA COMPANHIA CONSTANTE A TODOS VOCêS,
Com certeza, no início de cada ano, todos nós temos muitos projetos em mente. Quaisquer que sejam eles, não podemos esquecer o nosso maior parceiro: DEUS. Sem a Sua ajuda, vai ficar muito mais difícil realizar qualquer empreendimento em nossa vida.
Então, este é o melhor momento para refletirmos:
Segundo o Evangelho de São Lucas (cap. 17), certa vez Cristo curou dez leprosos. Pediu apenas que eles se apresentassem ao sacerdote na cidade. Eles foram. A caminho, surpresos, todos se viram limpos de suas feridas. Um deles, às pressas, voltou para agradecer. Vendo-o, Cristo disse aos presentes: “Os dez não ficaram purificados? Onde estão os outros nove?”…
Pena que sejam poucos os que sabem agradecer!
E você, faz parte dos nove que não lembraram de agradecer?
Pela participação no Dízimo reconheço a obra de Deus, experimento que tudo é muito bom. Assim torno -me agradecido por tudo que recebo.
Convidamos a todos para que, aproveitando o início do ano, repensemos nossa participação no Dízimo!.
Colaboração Delfino e Jessiana – Pastoral do Dízimo
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