Grupo de Dança
O grupo de dança litúrgica foi criado em 25 de dezembro de 1997. E o seu fundador nesta
paróquia foi Creômenes Tenório Maciel, porque seria um jeito da comunidade expressar a
sua oração de louvor, adoração, oferta, súplica, mas também , ação de graças,
arrependimento, etc, a oração que brota do coração da comunidqade se expressa pelo corpo
e com o corpo, É a Liturgia dançada, é dança ritual quando o próprio rito é dançado. É
a celebração litúrgica com uma expressão nova mais inculturada e não "mero espétaculo"
na liturgia.
Embora toda a assembléia possa se expressar pelo corpo no seu lugar, em geral existe uma
equipe que exerce o ministério da dança liturgica e se prepara para exercer este serviço.
A dança liturgica foi trazida pelo Pe. Jacques Trudel s.j. numa viagem que ele fez a
África e essa experiência que ele passou foi plantada na comunidade da Mustardinha que foi
a 1a. paróquia a adeir e dança em suas celebrações.
A liturgia dançada é o fruto direto da reforma liturgica oriunda do Concílio Vaticano II
na linha da inculturação. Após o concílio, os africanos forma os primeiros a começar a
dançar a liturgia. Em 1989, os Bispos do Brasil autorizam a dança na missa com a aprovação
do documento 43 Animação da Vida litúrgica no Brasil (nn. 83,207,241). Em 1994, a congregação
para o Culto pública a 4a. instrução para uma correta aplicação. O no. 42 fala precisamente
da dança e vamos comentar.
"Em certos povos, o canto é institivamente acompanhado do bater de mãos, de movimentos ritmados
e de passos de dança dos participantes. Tais formas de expressão corporal podem ter lugar na
ação liturgica desses povos, na condição de serem sempre expressão de uma verdadeira e comum
oração de adoração, de louvor, de ofertar ou de súplica e não mero espetáculo". IV instrução
para uma correta aplicação de constituição conciliar sobre a liturgia, Paulinas, 1994 nn.42.
A dança litúrgica faz parte da pastoral presidida por Josilene, o coordenador Geral da
dança é Carlos Alexandre.
Para participar deste grupo basta ter muita força de vontade e responsabilidade, pois na comunidade exige dissernimento e
prudência pastoral pois não temos ainda tradição de dançar a liturgia. A dança ou mesmo
a escolha de novos passos pode criar resistência numa comunidade a este novo modo de
expressão, ter a humildade de reconhecer os erros e procurar fazer o melhor. Se a dança
for capaz de expressar interioridade, em suma ser expressão de beleza e oração para celebrar
melhor o ministério de Cristo, será instrumento de comunhão e de progresso no caminho de
Cristo.
A finalidade é que o jovem busque Jesus através da dança ou em qualquer outro movimento.
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